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COMUNICAÇÃO

Comunicando-se pelo lençol

O que pode significar um nó

Em uma reunião de pais numa escola de periferia, a diretora incentivava o apoio que os pais deveriam dar aos filhos. Colocava esta diretora também que os mesmos deveriam se fazer presentes para os filhos. Entendia ela que, embora sabendo que a maioria dos pais e mães daquela comunidade trabalhasse fora, deveriam achar um tempinho para se dedicar e atender às crianças.

A diretora ficou muito surpresa quando um pai se levantou e explicou, na sua maneira humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo durante a semana, pois quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo, e quando voltava do trabalho o garoto já havia deitado, porque era muito tarde. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para poder prover o sustento da sua família. Porém, ele contou também que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho, mas que tentava se redimir, indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. Para que o filho soubesse de sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia, religiosamente, todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia através dele que o pai havia estado ali e o havia beijado. O nó era o elo de comunicação entre eles.

Mais surpresa ainda a diretora ficou quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da sala.

De www.cesarromao.com.br

 

DEPOIMENTOS

"Não acreditei quando li, de tão lindo que é...o pensamento do pai em agir desta forma foi genial e mostra como realmente gostaria de estar com o filho e a prova de que nada é impossível, é que deu certo, e o menino praticamente não sofria pelo afastamento, porque sabia que seu pai o amava muito! Adorei!

Flavia Polonio Carvão

Advogada - Niterói/RJ

"Sou professora de secretariado no CDI de Lençóis Paulista, interior de São Paulo. Apresentei este exemplo de comunicação para minhas alunas de secretariado, e a repercussão foi maravilhosa, pois consegui que fizessem uma auto-avaliação e duas delas identificaram-se com o exemplo e até se emocionaram em relembrar a infância."

Mônica de Souza

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