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OBJETIVOS & DECISÃO

Palestra: O Paradoxo da Escolha

Quando ter muitas opções não é a melhor escolha

 

A cultura ocidental tem um significado para liberdade, de maneira geral, muito amplo e irrestrito: bom é ter mais opções, bom é ser plenamente livre, importante é poder fazer o que se quer, ter regras nem sempre é apreciado. Mas a prática é bem diferente. Esportes, como os de quadra e campo, têm regras e limites. O trânsito tem regras. Empresas, condomínios, cidades e países têm regras, regulamentos e leis. 

Embora restrinjam nosso escopo de liberdade, o aspecto mais importante, na nossa opinião, é que toda essa regulação de fato é o que permite que as coisas funcionem com ordem. Imagine o futebol, por exemplo, sem regras. E o trânsito? Na música, mais do que regras, um compositor tem que obedecer e se limitar a estruturas, seja a estrutura do ritmo, sejam as notas musicais, sejam as possibilidades do tom.

A realidade mostra que é possível sermos criativos, mesmo tendo que seguir regras e limites e encaixarmos nossas ações em estruturas. Mas regras e estruturas possibilitam ainda mais. No caso do futebol, o fato de haver regras e elas serem uniformes no mundo todo é que torna possível as competições internacionais, como a Copa do Mundo. Na música, o fato de haver um ritmo e um tom é que permite a sincronização do cantor e dos instrumentistas.

A palestra O Paradoxo da Escolha, de Barry Schwartz, psicólogo e colunista do The New York Times, questiona a ideia de que maior liberdade de escolha conduz a maior bem estar. Com bom humor, ele mostra como o excesso de opções de fato pode resultar em dificuldade, paralisia e perda, mais do que em benefícios. E uma das perdas mais significativas é a redução da própria felicidade.

 

 

Link original: www.ted.com/talks/barry_schwartz_on_the_paradox_of_choice

Comentários: Virgílio Vasconcelos Vilela (editor)

 

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